Prefeito põe fim à indicação de Procuradores e abrirá concurso; seis vagas serão ofertadas

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Prefeito põe fim à indicação de Procuradores e abrirá concurso; seis vagas serão ofertadas

A informação foi confirmada, nesta manhã de terça-feira (20), pelo prefeito de Patos de Minas, José Eustáquio Rodrigues Alves (DEM), em entrevista à Rádio Clube 98. Segundo o Chefe do Executivo Municipal, o chamamento público para contratação da empresa responsável pela organização do concurso está em aberto e, em breve, a escolhida será anunciada. Serão ofertadas seis vagas, que antes eram de indicação do próprio prefeito. Ainda não há previsão para publicação do edital do concurso.

“Nós temos, atualmente, um Procurador Geral e seis Procuradores. Eles já são cargos de carreira, mas eram de livre nomeação. Agora serão de concurso. Do modo como estava, trazia muitos problemas para a prefeitura”, disse. Eustáquio quer evitar que os processos percam a continuidade, por isso decidiu que os Procuradores sejam efetivados. Em síntese, o próximo prefeito terá a prerrogativa de nomear apenas o Procurador Geral. 

Os gastos com o concurso ainda não foram anunciados. O prefeito também informou que segue recomendação do Ministério Público. “O Ministério Público já havia nos solicitado isso e agora estamos resolvendo. Acredito que será muito bom para o município”, afirmou. Os atuais Procuradores, inclusive, podem participar do concurso.

Os salários não foram divulgados, mas serão os mesmos que os atuais Procuradores recebem atualmente, pouco mais de 7 mil reais. As demais informações do edital serão comunicadas, logo após a contratação da empresa responsável pelo concurso.

Por: redação Clube Notícia.

Foto: arquivo Patos Notícia.

Comentários

  • Na Real

    Comentário enviado em - 20/08/2019

    É... vai ser mais uma enganação! Estamos cansados de saber que o que vale mesmo é o tal de QI, quem indica! Vai ser mais um propinoduto; um por debaixo do pano para a tal empresa que vai aplicar o concurso, mais um ajeitamento para dizer que o concurso é legitimo, mas no fim vão colocar quem eles quiserem; e aí vão dar margem para manter no emprego um profissional que não tem a menor qualificação, ficar lá, ocupando o espaço de alguém que tem que provar, porque veio!