TRE rejeita contas de Arnaldo Queiroz e pede recolhimento 581 mil; advogado diz que explicará o caso

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TRE rejeita contas de Arnaldo Queiroz e pede recolhimento 581 mil; advogado diz que explicará o caso

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) rejeitou as constas da campanha do advogado Arnaldo Queiroz de Melo Júnior (AVANTE), que foi candidato a deputado federal nas eleições de 2018. Na decisão, o TRE desaprova os valores declarados e determina o recolhimento de R$581.734,09. Em entrevista para a Rádio Clube 98, Queiroz minimizou a questão disse que prestará os devidos esclarecimentos à Justiça Eleitoral. “De fato, eu tenho que admitir: que houve uma imperfeição, mas uma imperfeição de ordem burocrática. Eu fui o maior doador da minha campanha; 99% dos recursos empregados foram doados por mim mesmo. Portanto, é a típica campanha onde a possibilidade de haver alguma imperfeição é muito pequena, uma vez que existe, praticamente, um único doador”, disse.

Para o advogado, a questão que gerou estranheza no Tribunal tem origem na ausência de notificação. O TRE solicitou ao então candidato esclarecimentos sobre os valores apresentados durante a campanha, mas Arnaldo alega que, por não haver advogado constituído nos autos, não tomou conhecimento da decisão. “Como não nós tomamos conhecimento da notificação, nós não fizemos o esclarecimento. Então o Tribunal vazou a decisão que chegou ao meu conhecimento somente ontem”, explicou. Ele também deixou claro que já acionou um advogado especialista em direito eleitoral para entregar as informações ao Tribunal. “Não há nada de errado. Os recursos foram doados de mim para mim mesmo. Saíram da minha conta pessoal, para a minha conta da campanha”, contou Arnaldo.

Sobre a decisão de recolhimento dos quase 1 milhão de reais, Queiroz disse que o valor questionado é o que ele mesmo doou para a própria campanha. “Esse valor é exatamente o valor que doei para a minha campanha. Como o Tribunal pediu que eu esclarecesse a origem do recurso e eu passei batido e não esclareci no tempo oportuno, por não ter advogado constituído nos autos, o Tribunal entendeu que esse recurso é um recurso de origem não declarada. Agora, essa questão, para mim, é muito simples, pela facilidade de se provar a origem do recurso”, disse.

Para ouvir a entrevista completa com Arnaldo Queiroz, clique no áudio abaixo:

Comentários

  • Na Real

    Comentário enviado em - 30/04/2019

    Dar chapéu, sempre foi uma pratica comum na família! Então a história é essa: Chapeuzinho vermelho, tinha um vovozinho, que ao falecer deixou uma pensão para á vovozinha, que a desfrutou por um bom período; mas um dia a vovó, também partiu, e como a mamãe, tinha a procuração da velha, para receber a pensão, não declarou ao INSS, que á anciã, já havia partido, e continuou recebendo os recursos, por mais uns 15 aninhos! Então depois do falecimento da titular, á pensão debutou de novo! Então o INSS, achou estranho, pois a senhora já estaria, sendo uma das pessoas mais velhas do planeta; estaria ela já quase cabeça, com cabeça, com MATUSALÉM! Ai, o órgão resolveu investigar, e descobriu, que os Árabes, já haviam vendido a velha, como petróleo! Ai, papai e mamãe, teriam que ressarcir, o órgão! então papai e mamãe, resolveram á dar um chapéu no INSS, retirando tudo que tinha de valor, e que da qual seria arrolado para pagar á apropriação indevida! Passou tudo para o Chapeuzinho Vermelho! Agora ele quis da o mesmo chapéu na justiça Eleitoral, mas os tempos são outros, agora o COAF, funciona como pargman do jogos de vídeo game, liga alhos com bugalhos, e vai na raiz do problema! Cadê o dinheiro?! O Gato não comeu! E o Dinheiro de onde saiu?! Será que tinha recurso pra tanto! Mistérios...?!

  • eleitor

    Comentário enviado em - 02/05/2019

    Antes de ser eleito já ta aprontando, iamgina se for eleito KKK.... e Patos de Minas sera quando vai ter representantes serios? Os velhos politicos ja eram... os novos não existem...so Deus na causa...