Daniel Tolentino pode ser solto nesta quarta-feira (17) e PC pede prorrogação da prisão temporária, temendo obstrução

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Daniel Tolentino pode ser solto nesta quarta-feira (17) e PC pede prorrogação da prisão temporária, temendo obstrução

O médico Daniel Tolentino – suspeito de ser o responsável pela morte da dentista Roberta – pode ganhar a liberdade nesta quarta-feira (17), mas a Polícia Civil pediu a prorrogação da prisão temporária, pois teme uma possível obstrução das investigações. Até o momento, o inquérito, segundo o delegado Érico Rodovalho, soma mais de 700 páginas.

No entanto, a grande dificuldade, nas palavras do investigador, é identificar a motivação do crime. Esse é um fator importante no caso, pois pode influenciar na natureza de uma possível condenação. Em resumo: os policiais querem saber se houve dolo ou culpa. “Nós ainda temos que comprovar, pois ainda é uma questão nebulosa, qual era, de fato, a vontade do suspeito na prática daqueles atos. Se é um homicídio culposo, onde não há intenção de matar, ele responderá em liberdade. No entanto, se é um homicídio dolos, ou seja, com intenção de matar, aí sim justifica a prisão”, disse em entrevista para a equipe da Rádio Clube 98.

Além disso, o delegado admitiu a possibilidade de o médico responder por outros crimes. Quanto ao pedido de manutenção da prisão temporária, Rodovalho explicou que há o suspeito pode dificultar o trabalho dos investigadores. “A manutenção dele em prisão é importante, uma vez que, ele estando solto, provas desapareceram. Entendemos que existem crimes em que ele merece continuar preso”, explicou. O caso ainda é outros detalhes não foram divulgados até o momento. A Polícia Civil adota o sigilo para não atrapalhar as investigações. A decisão da justiça sobre a manutenção da prisão de Daniel deve sair nesta terça-feira, dia 16 de abril.

Veja os detalhes no vídeo abaixo:

Comentários

  • Na Real

    Comentário enviado em - 16/04/2019

    O estado é incompetente, é por causa dos seus GESTORES; um cego não pode dirigir um veiculo que da qual ele não tem um mecanismo que lhe dê condições para tal! Se não teve condições de localizar o telefone da vitima, que pode ter informações importantes para elucidar o caso, vai acusar o médico as cegas?! aí qualquer advogado de porta de cadeia, vai derrubar a tese de crime imputado ao tal, sendo que só ele, e a vitima! Agora o código criminal penal, é bem complexo, mas o judiciário não tem pessoas capaz de decifrar: lé com cré!