Violência contra a mulher, e o caso da dentista Roberta, será tema de debate em audiência na Câmara Municipal

logo-face
logo-face
Violência contra a mulher, e o caso da dentista Roberta, será tema de debate em audiência na Câmara Municipal

No próximo dia 17 de abril, a Câmara Municipal de Patos de Minas promoverá uma audiência pública para debater a violência contra a mulher. A iniciativa é da Comissão de Direitos Humanos da Casa, presidida pelo vereador João Bosco de Castro Borges, Bosquinho (PT).

Em entrevista para a equipe da Rádio Clube 98, o parlamentar explica que o tema é necessário e urgente no município. “A morte da Roberta também estará em pauta. É necessário ter uma mudança cultural, principalmente na mudança do comportamento dos homens”, disse ao repórter Otaviano Marques.

O encontro é aberto para toda a comunidade. O trabalho também será desenvolvido em parceria com a Câmara Municipal de Três Marias, terra natal da dentista Roberta, que morreu em Patos de Minas no último mês a polícia trabalha com a teoria de que foi um feminicídio. O objetivo é acompanhar de perto a investigação e apresentar políticas públicas para proteger as mulheres.

Foto: arquivo Clube Notícia               

Comentários

  • Na Real

    Comentário enviado em - 12/04/2019

    Sinceramente eu não sabia que a câmara municipal, poderia se sobre por a constituição federal! Oque me deixa admirado é ver uma legislatura passar praticamente o período todo omisso, dormindo mesmo, mas como lembrou que no ano que vem vai ter eleição, todos eles acordaram, e agora debate assuntos sem nenhuma relevância, e o que é pior, a imprensa abrir espaços para tal atitude! Não vi nenhum vereador se condoer, quando a prefeitura atrasou o pagamento dos servidores, não vi nenhum vereador, apresentar um projeto sobre a buraqueira das ruas da cidade, oque eu estou enxergando, é um bando de picaretas, fazendo de tudo pra ficar em evidência! Então senhores vereadores, vão se conformando, compre o CD da cantora Sandra de Sá: Bye Bye Tristeza! E tem mais, gostaria de saber se fosse uma pessoa pobre, uma empregada domestica que tivesse sido assassina se teria toda esta repercussão, agora ela sabia com quem estava se relacionando, se o médico é bandido ou não, isto não compete a câmara discutir, vamos discutir aquilo que tem relevância para o município!